Luzi, a bailarina
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Já se punha o dia, num coreográfico por-do-sol de carregado
alaranjados que refletiam nas árvores da zona verde. Luzi fez a esquina da
Ramalho Ortigão, ainda triste e desapontada com a decisão da mãe, pensou: E
aonde é que vou dormir? Quem me vai cobrir? Quem me dará beijinhos e irá cantar
canções de ninar?
Luzi, a bailarina, continuou a questionar se consegueria
chegar a marginal. Sentou-se no passeio, pousou
as sabrinas e disse em voz alta, “O que faço agora?”
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